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INFORMATIVO SINTRASE – GREVE DOS SERVIDORES COMPLETA 1 MÊS

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Prestes a completar 30 dias em greve neste 24 de julho, mais de 10 mil servidores do estado mostraram para a sociedade a insatisfação da categoria para com o governo, participando de atos de protesto e assembleias que tiveram visibilidade na imprensa de todo o estado e que mobilizaram servidores em vários municípios.

Esta trajetória, que começou no último dia 25 de junho, conseguiu render frutos à categoria, que almejava, entre outros pedidos, o adicional de periculosidade dos vigilantes desde 2010. Regulamentado no último dia 10 de julho, o benefício que concede o acréscimo de 30% na renda dos vigilantes também fez parte das pautas de reivindicações da categoria ao longo da paralisação. Além disso, a direção do SINTRASE e a comissão de greve participaram de reuniões com gestores do governo, como das Secretarias do Estado do Planejamento (Seplag) e Procuradoria Geral do Estado (PGE), para que fossem cumpridas as outras exigências da categoria o mais breve possível; em especial, a implementação do PCCV em sua plenitude.

CORTE DE PONTO E EXONERAÇÃO – Desse modo, o SINTRASE, sindicato que está à frente desta luta e que representa oficialmente a categoria (oficiais administrativos, merendeiras, vigilantes e executores de serviços básicos das escolas estaduais; servidores dos Ceac´s – Ipes, NAT e SSP, entre outros) vem esclarecer, mais uma vez, que a greve da categoria é LEGAL e, por isso, não poderá haver desconto no contracheque dos servidores. Por este mesmo motivo, também está descartada uma possível exoneração de servidores que aderiram à greve, independentemente da quantidade de dias que ela (greve) durar. O SINTRASE aproveita ainda para informar que a comissão de greve continua visitando escolas pelos municípios do estado, reforçando a paralisação e conscientizando os servidores sobre a importância da adesão à greve que, felizmente, cresce a cada visita.

EDUCAÇÃO SEM QUALIDADE – Nestes encontros, os representantes se depararam com problemas das mais variadas formas nas escolas, como estruturas danificadas e ausência de um quantitativo de servidores necessário para o bom funcionamento da instituição. “Imaginávamos o quanto as situações das escolas eram caóticas, mas, de acordo com as últimas visitas realizadas, constatamos ainda mais de perto a gravidade do problema”, destacou o coordenador, Diego Araujo, que assegurou que o sindicato deve tomar as providências cabíveis para estas questões. “O SINTRASE está preparando relatórios sobre estes impasses e vai apresentá-los em breve ao jurídico”, finalizou.

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