O SINTRASE realizou uma série de Assembleias Gerais com os empregados públicos das empresas CEHOP, CODISE, EMSETUR, PRONESE e IOSE para discutir os rumos da campanha salarial e avaliar a possibilidade de instauração de Dissídio Coletivo, diante da falta de avanços nas negociações com o Governo do Estado.
Na tentativa de construir uma solução negociada para o impasse, o Sindicato buscou a intermediação do Ministério Público do Trabalho (MPT), que promoveu reuniões entre representantes do Governo e da entidade sindical. Durante as tratativas, os representantes governamentais informaram que não havia possibilidade de atender às reivindicações apresentadas pelos trabalhadores.
Diante desse cenário, o SINTRASE levou a questão para deliberação da categoria, apresentando oficialmente a posição do Governo e esclarecendo os desdobramentos de um eventual ajuizamento de Dissídio Coletivo. O instrumento jurídico consiste na abertura de processo junto à Justiça do Trabalho, com o objetivo de dar continuidade às negociações e buscar uma solução para o conflito entre as partes.
Após ampla discussão, os trabalhadores das empresas envolvidas aprovaram, por unanimidade, o ajuizamento do Dissídio Coletivo, autorizando o Sindicato a adotar as medidas judiciais cabíveis em defesa dos direitos e interesses da categoria.











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