Sintrase e empregados da Pronese discutem acordo coletivo 2018

O SINTRASE esteve na manhã desta quinta, 5, com os empregados da Empresa de Desenvolvimento Sustentável do Estado de Sergipe (Pronese) para discutir pontos do acordo coletivo 2018. O sindicato iniciou a reunião com a categoria chamando a atenção para a data da última assinatura do acordo pelo governo: setembro de 2014.
O presidente, Diego Araujo, falou sobre o cenário político dos últimos anos, que tem se mostrado desfavorável ao trabalhador, com aprovações de medidas como reforma trabalhista e terceirização e, na perspectiva local, constantes atrasos, parcelamentos e defasagem salarial. Para confirmar esta situação, o dirigente disse que é comum se deparar com acordos coletivos que não são homologados pelo Estado.
“Não nos resta outra saída a não ser recorrer à Justiça, pois os acordos, após debates com a categoria sobre os pontos no documento, são ignorados pelo governo”, disse Diego, explicando que o sindicato costuma “judicializar” as demandas. “Esta é uma situação comum para tentar assegurar as concessões de direitos básicos do trabalhador”, declarou.
Para a categoria da Pronese, a recomposição salarial é o carro-chefe das reivindicações, já que os vencimentos encontram-se congelados há cinco anos. Para o novo acordo, a proposta fechada é tentar a reposição dos últimos 12 meses, acrescida da taxa aproximada de 40% referente à inflação de todo o período que não houve reajuste. Os empregados reivindicam também a atualização do auxílio alimentação, com uma projeção do valor que gire em torno de meio salário mínimo.

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